Olá freguês!

E vão oitenta e dois!

2 de Janeiro de 2014 Deixe um comentário Ver comentários

Cobres Cunha - desde 1932


Há muito muito tempo – há coisa de 100 anos – vivia em Braga um senhor, de seu nome Manoel da Cunha Ferreira, que tinha como ganha-pão um ofício a que chamavam caldeireiro. Diz quem sabe que o nome tem origem na tradição cigana. Contas de outro rosário….
Seja como for, este senhor fazia alambiques, caldeiras, chaminés e outras utilidades em cobre. Fazia-os artesanalmente, que é como quem diz, à força de bater o martelo.


Esse senhor tinha três filhos. Os três enveredaram pelo ofício do pai. Mas é o mais novo que interessa aqui para o caso.


Pois bem, quando o caçula se fez moço e decidiu assentar, foi no livro de assentos do pai que procurou orientação. Pelos registos dos deves e haveres, pareceu-lhe que Barcelos era o caminho. Pelo menos, era dali que vinha grande parte da clientela do pai – ou não fosse Barcelos o maior concelho do país!


João da Cunha Ferreira estabelece-se então em frente da Capela de São José, em Barcelos. E é nos fundos da casa que funda a sua própria oficina de cobres, que abre as portas ao público no dia 2 de Janeiro de 1932 – há precisamente 82 anos! Parabéns!

 

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