Olá freguês!

Cobres Cunha: linhagem de caldeireiros


Hoje deu-nos para ir vasculhar memórias de uma das casas mais emblemáticas de Barcelos.
Quem nunca teve vontade de ver o que há para lá da velha fachada que todos os dias se veste de cobre, como que a lembrar que nem todas as vontades mudam com os tempo?


Pois bem, lá entrámos e foi com um misto de prazer e pudor que abrimos o livro de assentos do fundador desta linhagem de mestres caldeireiros e dali extraímos pedaços descontextualizados de outras vidas: pela letra aprumada de Manoel da Cunha Ferreira soubemos dos deves e haveres da clientela, desde 1910 até 1932.


Pelos retratos emoldurados na parede e pela papelada amarelada guardada no exíguo quartinho ao lado da oficina, soubemos de outras tantas personagens e histórias – sobretudo do filho daquele, João da Cunha Ferreira, que em 1932 abre as portas do nº 8 da rua da madalena, em Barcelos. E o que não soubemos pelos retratos, pelos recortes e pelos cadernos de notas, fizeram o filho e neto deste o favor de nos contar.



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