Olá freguês!

"Os paus, uns nascem para santos, outros para tamancos"


Tudo começou no Facebook, onde a D. Joaquina Torres comentou a imagem de uma banca de socos: “Olha os socos, parte do meu trabalho”. Sem perceber nada, quisemos saber tudo e logo ali ficou concertada uma visita à oficina onde ela e o marido, o sr. Joaquim, mantêm vivo um ofício em extinção.

São pauzeiros. Da madeira de amieiro, conhecida pela leveza e resistência à água, fazem os “paus”, como se chamam as solas de madeira onde um dia um tamanqueiro há-de pregar o couro e, assim, compor o típico calçado rural do Douro e Minho d’antigamente – os socos ou tamancos.


Os dois produzem ali cerca de 30 pares de solas por dia – quase nada, comparado com os quase mil pares que saíam diariamente da fábrica de paus de que, em tempos, o Joaquim foi sócio.

 

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