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Posts tagged 'artesanato de junco'

[Recortes] "O novo ar da tradição"

17 de Agosto de 2014 Nenhum comentário

Triagem do junco.  ©Tilo Wagner/DW©Tilo Wagner/DW

Em Maio último, o repórter Tilo Wagner, da publicação alemã DW – Deutsch Welle, visitou a freguesia da Castanheira, onde historicamente se concentra a actividade de esteiraria em junco, em Portugal.

Nas oficinas improvisadas das velhas esteireiras, o repórter notou o declínio desta arte, que se justifica pela dureza do trabalho e, consequentemente, pela não renovação de uma geração de artesãos capazes de o executar,  mas assinalou também indícios animadores de um certo rejuvenescimento da tradição.

O seu testemunho fica registado num artigo intitulado “O novo ar da tradição” (The new look of tradition, no original).

De Alcobaça ou de Forjães?

8 de Julho de 2014 Nenhum comentário


As cestas, seiras ou alcofas de junco provêm tradicionalmente de Alcobaça e de Forjães, onde a actividade de esteiraria em junco tem raízes históricas e sociais.

Idênticas na forma e nos usos, as cestas de Alcobaça e as de Forjães não são exactamente iguais. Aprenda a distingui-las!

Ao natural é mais barato?

3 de Junho de 2014 Nenhum comentário

Cesta de Junco em cor natural


Se as cestas junco tradicionais são tingidas e as cestas de cor natural não são, não deveriam estas ser mais baratas? Afinal, dão menos trabalho!

Ou não?


É verdade que os tradicionais motivos geométricos requerem o tingimento prévio das fibras de junco, em diferentes cores, e que esse processo é muito trabalhoso. Mas as cestas de cor natural também não ficam a dever ao esforço.

 

Gaba-te cesta!

29 de Maio de 2013 Nenhum comentário


No tempo em que o piquenique na beira da estrada era um passatempo nacional, era nas cestas de junco que se fazia transportar o frango assado, a garrafa de tinto e a toalhinha de motivos folclóricos.


A Vila de Forjães concentrava então a produção nacional de cestas de junco. E a coisa dava que fazer a meia freguesia! Agora, sobram os dedos de uma mãos se contarmos os que ainda o fazem...


Andámos uns dias por aquelas bandas, à procura de quem ainda mantém vivo o ofício. Quando parecia que a última guardiã da arte já tinha mudado de poiso, eis que a actividade ressurge pelas mãos de uma antiga aprendiz, Maria do Carmo que, aliás, acaba de ser distinguida pela Câmara Municipal como a artesã do mês.