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Como obter a Carta de artesão ou unidade produtiva artesanal?

10 de Novembro de 2016 Nenhum comentário

Como obter a carta de artesão
“Como obter a Carta de artesão ou unidade produtiva artesanal?”
Quarta-feira, 16 Novembro | 17h00-18h30 | Centro de Incubação e Aceleração de Gondomar

 

O estatuto do artesão e da unidade produtiva artesanal e os apoios do IEFP ao artesanato, no âmbito do programa 'Artes e Ofícios', são os temas em debate nesta sessão de esclarecimento gratuita, organizada pela ANJE.

O objetivo é partilhar com os novos artesãos e profissionais em exercício os benefícios inerentes à obtenção da carta de artesão ou unidade produtiva artesanal.

 

Bem feito!

7 de Novembro de 2014 Nenhum comentário


" Mi familia está llena de personas artesanas, todos con sus oficios, trabajadores y amantes de lo bien hecho. Recuerdo a mi abuelo tallando madera y haciéndo un reloj parte por parte. (…)


Creo desde siempre en el valor de lo realizado en pequeña producción, con cariño y poniendo mucho de nosotros mismos. Creo en la relación afectiva que se adquiere con los objetos al igual que con las personas, es una relación con la historia de los mismos y con todo un mundo de sensaciones y emociones creadas alrededor de estas cosas con alma que forman parte de la vida.


Creo en el talento y la creatividad de muchas personas que he conocido y la alegría que es tener un objeto único e irrepetible del que sabes su historia, su procedencia, la persona que lo ha hecho, todo íntimamente conectado con el mundo de las emociones, es el SLOW-THINGS, consumir con conciencia, con conocimiento.
"


Yolanda Blanco, Room Hands

Cobres Cunha: linhagem de caldeireiros

18 de Maio de 2013 Nenhum comentário


Hoje deu-nos para ir vasculhar memórias de uma das casas mais emblemáticas de Barcelos.
Quem nunca teve vontade de ver o que há para lá da velha fachada que todos os dias se veste de cobre, como que a lembrar que nem todas as vontades mudam com os tempo?


Pois bem, lá entrámos e foi com um misto de prazer e pudor que abrimos o livro de assentos do fundador desta linhagem de mestres caldeireiros e dali extraímos pedaços descontextualizados de outras vidas: pela letra aprumada de Manoel da Cunha Ferreira soubemos dos deves e haveres da clientela, desde 1910 até 1932.


Pelos retratos emoldurados na parede e pela papelada amarelada guardada no exíguo quartinho ao lado da oficina, soubemos de outras tantas personagens e histórias – sobretudo do filho daquele, João da Cunha Ferreira, que em 1932 abre as portas do nº 8 da rua da madalena, em Barcelos. E o que não soubemos pelos retratos, pelos recortes e pelos cadernos de notas, fizeram o filho e neto deste o favor de nos contar.



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