Olá freguês!

Posts tagged 'bordados'

Vem aí um bebé...

19 de Maio de 2014 Nenhum comentário

Fralda de algodão bordada à mão


E vai chamar-se José!

 

Quando surgiu o pedido para bordar o primeiro jogo de fraldas do José, Maria Luísa chegou a suspeitar de que já não tinha mãos para as agulhas.

Foi a filha quem lhe deu o empurrão. Dada às criações, desenhou quatro motivos diferentes para o primeiro conjunto de fraldas do José.

Ponto a ponto, Maria Luísa bordou sobre o riscado da filha et voilà! Este conjunto já está!

 

Com açucar, se faz favor...

20 de Setembro de 2013 Nenhum comentário

Pacotes de Açucar alusivos aos Lenços de Namorados do Minho


A marca Cafés Christina, que já criou tradição nas edições temáticas de pacotes de açúcar, lançou recentemente (por ocasião das Festas da Agonia, mais precisamente) uma nova coleção, agora dedicada aos Lenços de Namorados.
Esta iniciativa resulta de um protocolo assinado recentemente com a ADERE-MINHO,  entidade responsável pela Certificação dos Lenços de Namorados do Minho.


Os Lenços de Namorados são uma peça de artesanato tipicamente minhota, associados ao ritual de conquista e enamoramento por iniciativa da rapariga. A oferta do lenço de linho, bordado com versos de amor da autoria da própria, ao apaixonado, constuía expressa declaração de interesse, esperando-se que ocasionasse a oficialização do romance.

Sim, sim, com açúcar, se faz favor!



Lavores de Inês

9 de Junho de 2013 Nenhum comentário

Bordados de Inês Ferreira


Na grande banca branca, no meio do atelier, divisa-se a rotina daquela mulher franzina que já viu a grande roda das estações girar vezes que chegue para saber com que linhas se cose a vida.


Num cantinho,as linhas de cor com que borda os serões: toalhas de baptismo, fraldas e babetes; panos de tabuleiro, lenços de namorados, tapa-jarros e o que mais aprouver à fiel clientela do linho.


O pior é na hora de os deixar ir. É que a Inês não dá ponto sem um nó no coração. Às mãos que lavoram custa-lhes deixar ir o lavor. E às vezes, não há dinheiro que pague esse apego.
“Uma vez até chorei”.
“Chora muitas vezes”, remenda o marido – afinal, a quem ouve um conto, sempre assiste o direito de dar um ponto.


Começa-se então a desfiar o novelo das memórias...