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Direito de brincar

29 de Maio de 2016 Nenhum comentário

Pormenor de azulejo no Palácio do Correio-Mor, em Loures. Fonte: Old Portuguese Stuff.

 

Do blog Old Portuguese Stuff chegam-nos imagens de curiosos azulejos do Palácio do Correio-Mor, em Loures, datados do século XVIII, que retratam crianças a brincar – aliás, crianças a brincar umas com as outras.

 

Por ocasião do Dia da Criança, instituído pela ONU para assinalar os direitos fundamentais das crianças, vêm muito a preceito estas imagens que não só nos lembram que brincar é um direito fundamental, como também recordam como é que se brincava antes de os gadgets electrónicos assumirem o papel de interlocutor quase exclusivo.

A brincar é que a gente se entende

9 de Junho de 2013 Nenhum comentário

Fernando Soares - alfaias agrícolas em miniatura e brinquedos tradicionais de madeira

Não nos surpreenderia ter visto gnomos e duendes a seriar as peças das criaturas articuladas que povoam o atelier do senhor Soares. Do meio das máquinas e ferramentas, emergem as personagens de um imaginário que se perde na memória dos tempos. Até o Zé Moleiro anda por ali...


E não será de espantar ver, vez por outra, umas pernas ou uns braços como-que-perdidos. Perdidos não estão, só aguardam a vez de serem articulados a um qualquer Malaquias pinchão.


E ainda não vimos nada! Encostados a uma parede, empilham-se, como construções de legos, caixas e caixas de cartão, cheias de brinquedos. Com desembaraço, desempilha-as e volta a empilhá-las, para nos mostrar aviões e avionetas, comboios, carrinhos, patos, carrosséis, cavalinhos, iô-iôs, piões, fisgas, “rapas”, jogos do galo, e "pinta-tu".


Noutra caixa, teares, sarilhos e um rol de outros utensílios do linho de que já nem lembramos o nome - tudo em miniatura, porque tem mais graça a fazer-de-conta.


De vez em quando, suspende aquele abre-caixa-fecha-caixa, tira qualquer coisa das entranhas do papelão e pergunta, sem realmente esperar resposta, porque há muito que sabe que sim: “É mesmo giro, não é?”.


Viemos embora intrigados: será mesmo na Lapónia a oficina do Pai Natal?

 

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